br>“Você pode ir onde quiser, para ver o que quiser, mas um lugar é tão bom quanto as pessoas que se conhece nele.— Eu Sou o Número Quatro
“Ninguém tem todas as respostas. Às vezes, o melhor que podemos fazer é pedir desculpas, e deixar passado no passado. Outras vezes precisamos olhar para o futuro e saber que, mesmo quando achamos que vimos de tudo, a vida ainda pode nos surpreender. E ainda podemos surpreender a nós mesmos.— Gossip Girl
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Odeio quando eu estou com raiva de uma pessoa, e ela me faz rir.
br>“Já ouviu aquela frase “Quem vive de passado é museu?” Tô achando que sou um museu. Não sei esquecer, deixar pra lá, e largar de lado aquilo que tanto me marcou. E isso acaba sendo um problema. Problema que não me deixa seguir em frente sem dar aquela leve espiadinha lá atrás. Complicado. Tão complicado que chega a ser um defeito. Um defeito chamado “se importar”. Tá que se importar não é um defeito, mas passa a se importar demais pra você vê a merda que acontece. Não consigo me importar pouco, ou na medida certa. Sempre exagero. Se eu me importo, me importo demais. Pra caralho. Em excesso. Na verdade, eu queria saber como esquecer. Por onde começo? Poetas pediriam uma dose de amnésia. Já os jovens, não se contentariam com um pouco, então pediriam litros e mais litros. Agora eu? De tão exagerada que sou, pediria um tonel mesmo. Só assim pra poder esquecer, eliminar, deletar de vez sem direito a restauração. Mas eu não precisava esquecer, e sim desapegar. Pro-ble-ma-ço. Ainda não fiz a matéria “desapego”, e se fiz, tenho quase certeza que reprovei. Até hoje não aprendi, não sei, não decorei. O que é uma pena. Mas quer saber de uma coisa? Tô achando que não sou museu não. Museu ganha pra viver de passado, já eu, pago até hoje por isso.— Thiara Macedo (sdpm)
br>“Perdi meu tempo
querendo seu tempo.
E de tempo nenhum eu tive,
então é esperar que com o tempo cicatrize.— Thiara Macedo (sdpm)
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